Autor: Little Moon
Sinopse: Eu desejo ver a vida saindo de seus olhos...
Classificação: +18
Categorias: Tokio Hotel Gêneros: Drama, Lemon, Shounen-ai, Yaoi, Universo Alternativo, Death Fic, Suspense.
Avisos: Estupro, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência, Álcool, Mutilação, Aborto.
Notas da História:
POR
FAVOR! LEIAM OS AVISOS! É DEATH FIC, ENTÃO PAREM DE ME XINGAR PQ EU AVISEI!!!
-
SEM PLÁGIO!
-
Contém tortura, sexo, homossexualidade e afins, se não gosta vaza, meu.
-
E, P*** que pariu, parem de me xingar! E minha mãe também que ela nem ao menos
sabe dessa fanfic!
Beijos
e boa leitura. Ah... e respeito, que é bom e eu adoro ^^
Capítulo 1 - Chegando a L.A.
Notas
do capítulo
Bem...
Vamos?
Cap 1
Olá, meu nome é Bill Kaulitz, 24 anos e sou um assassino.
Mato por prazer e diversão, sim, eu não tenho coração, nem sentimentos, há tempos eles foram embora com uma pessoa, mas isso não vem ao caso, gosto de matar, mas eu não mato de qualquer jeito, mato perfeitamente, sem deixar rastros, eu sou um assassino profissional e cobro caro. Se você tiver dinheiro quem sabe eu não mate seu inimigo?
Estou com sede de matar alguém, faz um mês que não mato ninguém, um saco isso. Talvez você não esteja gostando muito de mim, mas eu não ligo, não tenho sentimentos e pouco ligo para o que você pensa. Nem sei o que estou fazendo aqui, mas vou contar um pouco da minha maldita vida insana.
Eu dou risada quando as pessoas dizem que fui enviado pelo demônio.
Demônio é uma palavra irritante.
E muito fora de moda, que saco, as pessoas escutam a palavra demônio e logo pensam em pessoas pegando fogo e sendo torturadas, eu penso diferente, essas imagens são muito humanas, já parou para pensar que as torturas do "demônio" são iguais às humanas? Isso é muito idiota, pare para analisar o demônio, o que de mal ele realmente fez além de ser meio humano? Ele queria poder, como qualquer ser humano, ai vocês me respondem: "ele era um anjo, não devia querer o poder de Deus".
Diga-me qual ser humano não quer o poder? Bem, eu acho que esse tal de Deus tem muitos defeitos também, ele é tão ser humano quanto qualquer um. Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, certo? Não acredito que seja fisicamente e sim psicologicamente, por isso acredito que Deus seja um pecador como eu e você. O papel do demônio é mostrar ao ser humano que é normal errar, que é normal ser quem você é, mas as pessoas são idiotas e pensam que não podem ser do jeito que são, o problema é quando a pessoa leva sua personalidade nas alturas, ai sim a coisa esquenta. Não é errado pecar, é errado achar que está certo, bem vou parar com essa baboseira que estou falando, mas que merda, eu nem ao menos acredito em Deus e demônio. Só tenho um recado, seja quem você é pronto, foda-se a sociedade.
Mudando de assunto... Sou assassino desde os 16 anos, mas venho sendo preparado desde os 6 anos para isso. Meu "pai" me treinou para ser um assassino perfeito. Tenho mais de 15 identidades, sei falar inglês, espanhol, português, francês, russo, libanês, mexicano, latim, árabe, dari, paxto, tajik e outras línguas além da minha própria, alemão. Ultimamente eu tenho malhado, então estou um pouco forte, sei algumas lutas, eu sou um assassino movido pela inteligência e não a força física, sei o que fazer usando a lógica, claro que quando é necessário a força bruta eu a uso, mas o que mais me da raiva é ter que matar alguém rapidamente, eu gosto de ser lento, gosto de brincar com minha vítima.
A primeira vez que matei uma pessoa foi aos doze e amei a sensação, matei um cafetão que batia em uma de suas prostitutas. Depois disso passei a matar com mais frequência, mas eu só mato pessoas "ruins", pelo menos matava, até virar um vício. Há um mês matei um milionário idiota que batia na esposa, a morte dele deu em praticamente todos os jornais da Itália, fiquei orgulhoso, a mulher dele que me pediu para matá-lo, ele estava acabando aos poucos com a empresa que herdara do pai da moça, eu o matei com prazer e ela me pagou muito bem. Sumi da vida dela, a moça herdou a empresa e a salvou, ela ficou tão grata que além de me dar uma mala cheia da grana deu outra coisa mais pessoal também, se é que vocês me entendem.
Neste exato momento estou num aeroporto chegando a Los Angeles, vou me divertir um pouco aqui, não estou falando de matar, agora estou falando de sossego e tudo o mais. O voo foi um tédio, decidi que em Los Angeles eu me chamaria Bill Haring. Atrai-me esse sobrenome e eu quero continuar com meu nome, Bill.
Eu tenho uma metalúrgica que dá bastante dinheiro, mas eu não resisto a matar alguém, é uma diversão que me dá dinheiro para investir na empresa.
Tem alguma pergunta?
Minha família?
Mortos.
Bem, peguei minhas seis malas e as levei para fora, peguei as chaves do carro que já me esperava e coloquei as bagagens no porta malas com a ajuda do segurança do aeroporto.
– Obrigado. – agradeci.
– Disponha. – pisquei para ele e entrei no carro, hunf, "disponha", que safado, claro que é normal falar "disponha", mas havia malicia no modo como ele falou.
Estava indo para Los Angeles, adorei a casa, só por vê-la por fora. Era uma casa fofa. Com bastantes flores no jardim e coisas do tipo, era bege e grande, era um sobrado, tinha só um quarto que era suíte, cozinha, sala de estar, sala de jantar, piscina no fundo com churrasqueira, sala de musculação e de jogos, havia também uma sala que não tinha nada e decidi que ali ficariam meus objetos de trabalho.
Guardei todas as minhas coisas e tomei um longo banho. Estava uma delícia, sai e me sequei, coloquei uma boxer vermelha e uma blusa por cima e sai para conhecer melhor a casa, ainda estava claro, era só 14h23min.
Peguei um pacote de um doce que eu amava, era uma coisa borrachuda e vermelha sabor pimenta, pareciam àquelas borrachas longas e finas, bem, não importa. Sai para fora, para os fundos da casa, a piscina era grande, parecia um lugar agradável para passar o dia.
Agachei-me e fiquei de quatro na frente da piscina e coloquei minha mão dentro dela, estava uma delícia. Olhei em volta e meus olhos pararam na janela do vizinho da esquerda, a janela era de corpo inteiro e estava aberta, mas o que me chamou atenção foi o que havia através dela. Ah, eu não disse ainda né? Sou bissexual, pego mulheres só por pegar e quase nunca o faço.
Do outro lado da janela havia um homem vestindo apenas jeans, seu tronco bronzeado e musculoso estava à mostra. Ele tinha tranças por toda a cabeça e elas caiam por seus ombros e costas, como ele estava de lado pude perceber que tinha um piercing preto no lábio inferior, seu rosto era perfeito, parecia um deus grego, ele também tinha alargadores nas orelhas, ele usava uma faixa branca com detalhes pretos na testa, o que o deixava sexy. Ele percebeu que estava sendo observado e olhou para fora, desviei meu olhar rápido e levantei pegando mais um doce e mordendo.
Ele veio para fora, para a varanda, escorando-se na madeira que o impedia de cair. Eu continuei a olhar tudo ali, fingindo não notar seus olhos em mim.
– Você é o novo vizinho? – perguntou ele, tinha uma voz grave e agradável.
– Sim, acho que sim, não? – respondi rindo com ele. Meu inglês é muito bom, não daria para acreditar que não sou americano.
– Você gosta de L.A.?
– Sim, mas prefiro lugares frios. – disse dando de ombros.
– Oh, eu também – ele me dirigiu um lindo sorriso. – Meu nome é Tom, Tom Ward.
– Meu nome é Bill Haring.
- Prazer em te conhecer, Bill.
– O prazer é meu, Tom. – Levantei o pacote de doce – quer um doce?
– Não, obrigado, Bill.
Meu telefone tocou e eu corri para dentro, peguei o telefone e fui para fora, Tom ainda estava lá, gemi em reprovação ao ver quem era, eu não precisava atender, mas o faria para que ele não me irritasse o dia todo.
– Quoi tu quête? (O que você quer?) – ele respondeu que eu sabia. – Qui? (Quem?) – ele respondeu um político – Non. – desliguei o celular, todos sabem que não mato políticos.
– Você fala francês! – disse Tom animado, dei risada e assenti, comendo mais um doce. -
Você é dos Estados Unidos? – ele perguntou e por algum motivo muito idiota eu disse a verdade.
– Não, eu sou da Alemanha.
– Serio? Eu também!
Demos risada juntos.
– Eu sou de Magdeburg, e você? – perguntou ele.
– Sou de Leipzig. – por que estou falando a verdade? Enlouqueci, meu Deus!
– Gostou da casa nova?
– Amei, é linda! – eu disse empolgado – mas quero mesmo é conhecer a cidade – "e matar alguém" terminei a frase em minha mente.
– Posso te mostrar a cidade se quiser. – eu fiquei meio na dúvida, eu ia caçar alguém para matar.
– Huum... Tá, pode ser. – eu aceitei, mesmo que não quisesse, talvez fosse parecer grosseiro negar um convite daqueles.
– Que bom! Pode ser amanhã de manhã? Assim teremos tempo pra eu te mostrar tudo. – Um pouco precipitado meu vizinho, não?
– Pode ser sim, que horas?
– 9h da manhã? Tudo bem pra você?
– Tudo. – respondi.
– Bem, agora tenho que ir, Bill. Até amanhã! – ele acenou para mim.
– Até – acenei de volta e vi-o entrar.
Como não tinha nada para fazer tirei minha blusa e me joguei na água.
Comentários!
Beijos e até o próximo! :3

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