Autor: Little Moon
Sinopse: Foi a segunda vez que Bill Kaulitz demonstrou sentimentos.
Classificação: +18
Categorias: Tokio Hotel Gêneros: Drama, Lemon, Shounen-ai, Yaoi, Fantasia, Suspense, Ação.
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência, Mutilação.
Notas da História:
- SEM PLÁGIO!
- Sem fins lucrativos, apenas para o nosso divertimento ^^
- Todos aqui me pertencem. São todos meus, quem tenar plagiar meus vampiros vai se foder... SÃO MEEEEUS VAMPIROS U.U
- Contém cenas de sexo, tortura, e afins, se não gosta, vaza.
- NÃO É BASEADA EM CREPÚSCULO, PELAMOR! Sério, não tem Edward, nem Bella, nem... vish, como é o nome dele? Jack... Não...Jake... JACOB! KKKKKK, vish, tadinho do lobo. Não gosto de crepúsculo, mas não tenho nada contra quem gosta, porém não venham me pedir pra fazer o Bill brilhar no sol! kkkkkkkk, que hilário imaginar o Bill brilhando no sol (IN YOUR SHADOW I CAN SHINE, ok, ok, isso não tem nada a ver, mas eu lembrei).
- Não sou muio fã de vampiros, apenas Lestat, Louis e Magnus *u* mas essa é a minha fic favorita.
Beijos e, para quem ler, boa leitura ^^
Capítulo 1 - Boate
Notas Iniciais do Capitulo:
Apenas um capítulo pequeno, um comecinho ^^
Boa Leitura!
~x~
Risos, altas risadas entre três amigos numa boate conhecida.
– HAHAHAHA... Você é um idiota! – o loiro deu um tapa nas costas do branco de cabelos castanhos e lisos, que iam até um pouco abaixo de seus avantajados ombros. A iluminação do lugar tornava seus olhos mais verdes e brilhantes.
– Não sou não! Ele é mais! – e apontou para o de tranças que secava a bunda de uma mulher que dançava.
– O cara nem tá na conversa Georg! – disse o loiro bebendo mais de uma bebida verde e doce em sua mão, Piper.
– É... Aposta quanto que daqui a segundos ele está na pista e em menos de três minutos tá levando ela pra casa dele? – o tal de Georg olhou para o loiro. – Hein, Gustav?
– Não vou apostar contra isso, palhaço, sei que é isso o que vai acontecer. – os amigos riram.
– Vocês parecem otários, mas são bem inteligentes! – o de tranças riu dando um último gole em sua bebida que desceu rasgando sua garganta, sem tirar os olhos da mulher. – vejo vocês na segunda, meninos?
– Não vai jogar vídeo game amanhã com a gente e o resto do povo? – perguntou o mais velho, Georg.
– Ah, é, vou, passem lá em casa. – Tom se levantou e se dirigiu até a mulher.
Os dois começaram uma dança envolvente, de longe os amigos riam do amigo, ele era tão previsível. Ficaram observando os dois "dançarem", na verdade estavam se esfregando e logo depois Tom tomou os lábios da mulher que deixou que as mãos do de tranças apertassem suas nádegas.
– Ele é um pervertido. – comentou Gustav observando o amigo em ação e rindo de suas atitudes.
– Queria conseguir mulher assim fácil. – disse Georg rindo, Gustav revirou os olhos, Georg conseguia as mulheres fácil, mas o idiota preferia dançar, quer o quê? Gustav queria dizer outra coisa, protestar e dizer que Georg não devia querer nenhuma mulher, mas como diria uma coisa daquelas a seu melhor amigo? Não, mesmo depois da adolescência que tiveram juntos, era melhor fingir que tudo aquilo acabara.
– Ai Georg, você é mesmo um tapado, cara. – Gustav, bebeu mais.
Eles conversaram mais alguns minutos, falavam de tudo e todos. Sobre o trabalho, amigos, Tom, projetos para o futuro... As conversas normais que sempre tiveram, mas Gustav não podia mentir dizendo que aqueles pensamentos de sempre não estavam ali, rondando-o, atormentando seus pensamentos, mas claro que deixava isto de lado para aproveitar o tempo que tinha com seu amigo.
E então o silêncio caiu sobre ambos e ficaram perdidos em seus próprios pensamentos, quase como se fossem os mesmos. Nem ao menos notaram que Tom havia voltado à mesa, mas o homem chamou sua atenção pegando um copo e enchendo-o.
– O que está fazendo aqui? – questionou o ruivo.
– Bebendo, oras!
– Mas e a gata? – perguntou o loiro confuso.
– ‘Tá lá. – deu de ombros, apontando para a mulher que agora estava aos beijos com outro homem.
– Iiiiiih, foi trocado Tom? – perguntou Georg assustado. Tom deu uma risada sarcástica.
– Tom Trümper nunca é trocado pequeno Ge, nunca. Tom Trümper é quem troca. – respondeu com uma sobrancelha arqueada.
– E trocou-a por quem?
– Por esta bebida, que tem um sabor melhor que a boca dela. – disse fazendo os amigos rirem.
Os amigos estavam conversando alegres quando a atenção deles foi chamada para a escada que dava acesso para a parte superior onde estavam os quartos e o escritório do dono da boate, o primeiro a olhar foi Tom e depois seus amigos. Um homem descia a escada cercado por quatro seguranças, não era possível ver seu rosto, estava escondido pelo capuz que usava. Ele estava completamente de preto e sua capa arrastava no chão, ele era alto, tudo o que Tom conseguiu ver foram seus lábios e queixo, quando este passou ao lado da mesa. Seus lábios eram carnudos, mas não muito, eram quase sem cor, como se ele usasse batom bege e sua pele era muito pálida, pálida demais, tinha uma pinta embaixo do lábio inferior, no canto direito.
Assim que o homem cercado de seguranças passou Tom sentiu algo... Medo, talvez, mas no fundo havia outra coisa, e ele se viu pensando se o homem misterioso voltaria à boate. Viu o homem erguer os olhos para ele, seus olhos eram de um caramelo intenso e bonito, mas ao mesmo tempo eram intimidadores e... assustados?
– Vamos Tom? – perguntou Gustav, tirando o de tranças de seus pensamentos sobre o de capuz.
– Ahn... Vamos. – Tom se levantou e seguiu os amigos até o estacionamento e ao chegar lá olhou para um carro negro e grande que chamou sua atenção.
O homem alto estava lá, esperando que alguém saísse do carro e a pessoa logo o fez, um homem um pouco mais baixo que ele, de longe Tom percebeu que sua pele também era muito pálida, seu cabelo tinha um corte normal e suas roupas eram negras, parecia um terno antigo. O "do terno" se aproximou do "de capuz" e tirou o pano que cobria o rosto deste, que tinha um moicano negro na cabeça. O menor sorriu e logo aproximou o rosto do maior, beijando-lhe a testa.
– Que estranho. – Tom entrou em seu carro e começou a dirigir, passando ao lado dos homens, podendo assim ver um pouco do rosto do maior, ele era lindo, olhos negros, nariz perfeito, uma beleza quase sobre humana. O menor também era extremamente lindo.
Ele foi embora com a imagem do maior na cabeça. Ao chegar a casa já havia esquecido dos homens da boate, tomou um banho quente e calmo e por fim jogou-se em sua cama.
Notas Finais do Capítulo:
Beeeeem, pra quem já leu a fic sabe que esse primeiro capítulo é um lixo em comparação ao resto.
Enfim, até mais!
Beijos!!!
COMENTÁRIOS AQUI!
Beeeeem, pra quem já leu a fic sabe que esse primeiro capítulo é um lixo em comparação ao resto.
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